terça-feira, 8 de março de 2011
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Post Rápido
Um post para dormir mais tarde
Estava com título e texto prontos quando descobri, tardiamente, uma senhora chamada Ayn Rand. Então, adiei as piadas e comentários ginasianos para postar uma entrevista de fazer perder o sono. Como posso convencê-los a assistir as três partes? Abaixo, trechos da primeira parte da conversa. Abraço.
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Mike Wallace: "...a resenha diz que você pretende destruir praticamente todas as bases do "American way of life" contemporâneo, nossa religiosidade judaico cristã, nosso capitalismo regulado pelo Estado, o fato de sermos governados pela vontade da maioria. Outras resenhas declaram que você debocha da igreja e do conceito de Deus. Essas declarações são corretas?
Ayn Rand: Sim. Eu concordo com os fatos, mas não com o julgamento dessas declarações. Se de fato questiono as bases dessas instituições, é porque questiono a moral altruísta, o pressuposto de que o dever moral do homem é viver pelos outros, sacrificar a si mesmo pelos outros - o que representa a moral vigente atualmente.
Mike Wallace: O que você quer dizer com "sacrificar a si mesmo"?... Você diz não gostar do altruísmo segundo o qual nós vivemos. Você prefere um tipo de egoísmo "randista"...
Ayn Rand: Dizer que eu não gosto é muito pouco. Para mim isso é perverso. E o auto-sacrifício é um conceito segundo o qual o homem deve servir aos outros para justificar sua existência, e que isso é seu dever moral. É nisso que a maioria das pessoas acredita atualmente.
Mike Wallace: Mas é claro, aprendemos a nos preocupar com nossos semelhantes, nós nos sentimos responsáveis por seu bem estar, e sentimos que, como dizem os religiosos, filhos de Deus e responsáveis uns pelos outros. Por que se rebela? O que há de errado com essa filosofia?
Ayn Rand: Mas é exatamente isso que faz com que o homem sacrifique a si mesmo, a noção de que ele precisa trabalhar pelos outros, preocupar-se com os outros e ser responsável por eles. Esse é o papel de um objeto sacrificial. Eu digo que todo homem tem direito a sua própria felicidade. E que ele deve conquistá-la sozinho. Mas ele não pode exigir que os outros abram mão de suas vidas para fazê-lo feliz. E ele nem deve querer sacrificar a si mesmo pela felicidade alheia. Eu defendo que o homem deve ter autoestima.
Mike Wallace: E ele não pode ter autoestima e também amar seu semelhante? O que há de errado em amar seu semelhante? (...)
Ayn Rand: É imoral se colocado antes do amor por si mesmo. Mais que imoral é impossível. Pois amar a todos indiscriminadamente, significa amar as pessoas sem qualquer critério, amá-las mesmo que elas não tenham qualquer valor ou virtude. Significa amar a ninguém.
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Ps: Mal posso esperar para que o meu "A Revolta De Atlas" chegue. A entrevista legendada encontrei no site da editora Sextante.
domingo, 19 de setembro de 2010
The Atheist Experience
domingo, 6 de junho de 2010
Atirou no que não viu e... acertou!
i) Não posso culpá-lo.
ii) E quem nunca confundiu, que atire a primeira pedra!
iii) É que ele não conhece a minha.
iv) Fale a verdade homem, assuma seu crime!
v) Se a desculpa funcionar, o que vai ter de onça aparecendo por aí...
vi) Semelhança com Anta também vale? E uma vaga lembrança...?
vii) Marido: - Não percebi, quando a vi, já estava no chão com uma camiseta amarela, shorts rosa e tênis laranja. Praticamente camuflada...
viii) Em casa, quem mata se desconfiar de alguma coisa é a onça. Se é que me entedem...
ix) Segundo apurado, é muito comum na região onças ficarem na cozinha, preparando o almoço e cantando junto com o rádio. A confusão era eminente.
x) Tem onça em Itu? Serve Capivara?
xi) Onça boa é onça morta!
xii) O crime é matar animal silvestre, não é?
xiii) Em depoimento ao delegado, Onça admite emocionada: -"Eu sabia de tudo. Fui usada como desculpa, mas ele disse que me amava. Me sinto um animal, um tapete velho".
xiv) Onça passa bem.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Maquiavel e a mulher mais feia do mundo
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Uma vez lá dentro, distingui na escuridão uma mulher agachada num canto, exalando modéstia com uma toalha cobrindo a cabeça e o rosto. Aquela velha tratante me tomou pela mão, me mostrou a mulher e me disse:
- Essa é a camisa que eu quero vender, mas queria que você a provasse antes e depois você a paga. Eu, cauteloso que sou, senti-me bastante amedrontado; porém, ficando a sós com a tal e no escuro (já que a velha saiu logo da casa, fechando a porta), para encurtar a história, sozinho com ela naquele breu, eu a fodi de um só golpe. Embora sentisse as suas coxas um pouco moles e a sua xoxota desanimada - e o seu hálito era um pouco fedido -, ainda assim, excitado como estava, fui aos finalmentes com ela.
Tendo terminado, e com vontade de dar uma olhada na mercadoria, peguei um pedaço de madeira da lareira do quarto e o acendi, mas quase deixei cair das minhas mãos antes que se apagasse. Urgh! Quase caí morto com aquele borrão da visão, aquela mulher tão feia. A primeira coisa que notei nela foi um tufo de cabelo metade branco, metade preto - em outras palavras, esbranquiçado. Embora o topo de sua cabeça fosse careca (graças à calvície, era possível perscrutar alguns piolhos passeando por ali), alguns poucos e finos fios de cabelo desciam até a fronte. No meio de sua cabeça pequena e enrugada, ela tinha uma cicatriz de queimadura que fazia parecer como se tivesse recebido uma marca no mercado; na ponta de cada sobrancelha, em direção aos olhos, havia um aglomerado de lêndeas; um olho olhava para cima, o outro para baixo - e um era maior; seus dutos de lágrimas estavam cheios de remela e ela não tinha cílios. Tinha um nariz arrebitado incrustado baixo demais no rosto e uma das narinas estava cortada e cheia de ranho. Sua boca parecia a de Lorenzo de Médici, mas era torta para um lado, e desse lado escorria uma baba porque, não tendo nenhum dente, ela não podia conter a saliva. Seu lábio superior servia de apoio para um longo e ralo bigode. Ela tinha um queixo longo e pontiagudo um pouco virado para cima; uma papada levemente peluda balançava até seu pomo de adão.
Enquanto fiquei ali absolutamente desconcertado e estupefato olhando aquele monstro, ela tomou consciência disso e tentou perguntar "Qual é o problema, senhor?", mas não conseguiu porque gaguejou. Assim que abriu a boca, ela expeliu um tal fedor em seu hálito que meus olhos e meu nariz - portais vizinhos para o mais delicado dos sentidos - se sentiram assaltados por ele e meu estômago ficou tão indignado que foi incapaz de tolerar esse ultraje; começou a se rebelar, e então se rebelou - de modo que vomitei em cima dela. Tendo-a ressarcido em espécie, parti. E juro por todos os céus que, enquanto estiver na Lombardia, podem me condenar ao Inferno se pensar em voltar a ficar excitado; e se você agradecer a Deus por eu ter encontrado tanta diversão eu agradeço a Ele por perder o medo de não ter mais tanto desprazer.
Creio que levarei desta viagem algum dinheiro e verei quando chegar a Florença se começo algum negócio. Pretendo montar um galinheiro, preciso encontrar alguém que o administre: acredito que Piero di Martino seja suficiente; fale com ele se quer ser o chefe e responda-me, porque se ele não o quiser eu vou procurar outro.
Das novidades daqui Giovanni as relatará. Lembranças e recomendações a Jacopo, e não se esqueça de Marco.
Em Verona, 8 de dezembro de 1509.
Espero a resposta de Gualtieri sobre minha história comprida e inverossímil.
A tradução da carta para o português vem de várias fontes. Usei o trecho que aparece no livro de Michael White (Maquiavel, um Homem Incompreendido), outro de Maurizio Viroli (O Sorriso de Nicolau: História de Maquiavel) e, para o restante da carta e outras expressões dos originais de Maquiavel, tive a ajuda de Lulla Gancia".
Importante: Esse texto foi editado por mim. O artigo completo foi publicado na revista Piauí e escrito por Caio Túlio Costa, com o título "Maquiavel e a mulher mais feia do mundo". Apesar de suas generalizações e banalidades filosóficas, faz rir a qualquer indivíduo com boa imaginação.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Rápida (diretamente de Itu)
- Em quem o senhor votaria para presidente da república: José Serra ou Dilma Rousseff?
Apavorado e, seguindo a voz do coração, respondi:
- Soltem Barrabás!
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Rápida
terça-feira, 22 de setembro de 2009
De vez em vez, as linhas enchem o papo!
em forças invisíveis para fazer o bem
tudo o que se vê não é suficiente
e a gente sempre invoca o nome de alguém”
Outra vez, Noé não encontrou Zimerman e não disse: “Rapaz, eu não sou alcoólatra, o mundo de fato esteve perdido e eu fiquei é enjoado com o balanço do mar”. Eu torci por esse encontro, essa semana. Fora isso, melhor que Caim não fique sabendo de seu caráter sádico-destrutivo. Seria trágico. Para o Zimerman. Na catequese, quando catecúmeno pela segunda vez estava, ouvi dizer a catequista: “O único pecado imperdoável para Deus, é a descrença ou zombaria do sagrado Espírito Santo”. Respirei aliviado. O forró da noite passada não havia carimbado meu passaporte para o inferno. Muito menos para o céu.
Mais de uma vez, li na Folha de SP, declarações de um senhor chamado Vânio Aguiar. Sabe qual a sua ocupação remunerada? Diretor da massa falida do Banco Santos. Uma beleza de emprego, mas nada original. Ora, estou vivo a vinte e um anos, isso é que é demonstração de habilidade em dirigir massa falida. No meu currículo vou colocar “Experiência em direção de massa falida”. O duro é se pedirem recomendação. Quem viu garante que a massa não cresceu, e mais: “Nossa, quem abriu a tampa do forno? Agora a massa murchou!”. Há quem diga, ainda, que massa falida mesmo, é a do Fluminense.
Vez ou outra, em um desses “buracos de rato” que nos metemos noite adentro, ouvi uma conversa estranha, quando fui comprar uma água no bar. Claro, no bar não ouviria alguém comentando a tradução dos fragmentos de Parmênides, isso seria espantoso, a ponto de chamar um pastor e três chefes católicos. O diálogo era entre duas simpáticas senhoritas, igualmente marinadas no uísque por uma noite, como a carne recheada da minha mãe. Dizia, a mais alterada: “Nós inauguramos a primeira profissão do mundo. Louvai todos, a fornicação remunerada!”. Mesmo aplaudida por um maníaco na outra ponta do balcão, não pude deixar de observar: “Não seria a primeira profissão, a mais antiga de todas, o paisagismo? ”.O lugar já estava desanimado, mais triste que zona sem música. Depois disso, mais vazio que banheiro de necrotério.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
A receita perfeita

(Fim do primeiro jogo da final, foto de Marcelo Pereira)
Primeiro: Acenda a churrasqueira e deixe o carvão em brasa.

(Fernando Carvalho, pobre diabo travestido de vice-presidente do Internacional)
Segundo: Tempere com um pouco de sal grosso, mas não perca a medida, muito menos o bom senso.

(Antes mesmo de consumado, o destino era sabidamente trágico.)
Terceiro: Coloque a carne no fogo e deixe-a "pingar" um bocado.

(Nota-se, em detalhe, a carne sendo "amaciada". Foto de Ricardo Rimoli)
Quarto: Dê leves batidas. Esse processo, apesar de parecer doloroso, melhora o sabor do churrasco.

(Foto de Ari Ferreira )
Quinto: Parabéns! Você seguiu todos os passos com sucesso. Agora, desfrute do saboroso churrasco gaúcho!
Ps: Contudo, não se esqueçam de adquirir, queridos fregueses, as imagens do empolgante dia que tivemos juntos!

!Fim!
sábado, 27 de junho de 2009
O espirro da mula
Eu estou morando, agora, em um apartamento para lá de desconfortável. Para ajeitar as coisas por aqui, se é que isso é possível, nós vamos mudando as coisas de lugar. Uma hora o sofá está aqui, outra no quarto de alguém, depois a geladeira vai dançando tango de uma parede para a outra, acompanhada do fogão, ironicamente, um modelo Bossa Nova. Faz jus ao seu nome; fogo lento, um tempo de jogo para fritar cada lado de um bife. Na próxima, compramos um modelo Baião ou Xaxado, no mínimo. E mudamos para uma casa normal, onde nunca mais seja necessário jogar xadrez com os móveis.
Mas esse não é um tópico Casas Bahia. Esse é um tópico mal-humorado e sem o menor otimismo. A não ser pela Influenza H1N1, fazendo reboliço no campus. Hahahá, agora sinto-me incluído, personagem ativo nos programas de proteção nacional. Bacana, não? E como. Não sou neurótico por segurança, mas moro em um lugar tão violento, que se acontecer um barulho perto de você, não é uma anjo chegando para receber suas orações e levá-las a Deus. É ladrão mesmo. Agora, é só aproveitar a onda de atenção e carinho.
Esse vírus é um sujeito bacana, já chegou dando férias antecipadas. Tem gente fingindo febre, simulando dores no corpo e com tosse só de falar na volta às aulas. Preguiça é mais contagiante que gripe, pode apostar. Essa pandemia veio é do Céu. Estrategicamente no final de Junho, no melhor estilo “pula fogueira ia-iá”, recebeu mais prece que São João, São José e Santo Antônio juntos. Melhor que casar, é ficar de molho em casa, só assistindo sessão da tarde com pipoca e refrigerante. Incubando ócio. Mas não vou idolatrar isso não. Prefiro é faltar às aulas por vontade própria, alimentando assim, meu lado transgressor. Esse é um post aborrecido e não abro mão. O único lugar descontaminado vai ser o CCH, porque nem vírus aguenta, hahahá.
E tenho a maior fé que depois das férias eu vou melhorar meu ânimo. Depois de descobrir, sem querer, o milagre da mula, resolvi reconsiderar meus conceitos. Vocês conhecem o milagre? Lá, vai. Em uma tarde quente de Janeiro (isso eu inventei), Santo Antônio pregava para uma multidão de fiéis, imagino eu, quando repentinamente surge a figura de um infiel. O incrédulo, desafiou a santidade do corpo de Cristo encarnado na hóstia e, furiosamente (disseram para mim), travou uma aposta com Antônio, dizendo: Se isto for o alimento da alma, o corpo de Cristo, qualquer ser vivente pode reconhecê-lo como tal, então, trago amanhã minha mula para apreciar tal graça. A platéia silenciou, todos se entreolharam, aflitos com as consequências do discurso. Mas Antônio, com aquela calma que só o desespero traz, estendeu a mão para o homem, selando assim a aposta. Não se falava sobre mais nada na cidade, além da “peleja da mula com Antônio”. Na manhã do outro dia, Antônio, que de santo ainda não tinha nada, foi para a praça, esperar seu algoz. Eis que vinte minutos depois, sob fortes vaias, aparece o homem e sua mula. Antônio, encara, a mula. Ela, não diz nada. Começa a celebração.
Logo depois da oferta (rateio das apostas, na ocasião), Antônio inicia o ritual supremo da Igreja, e vira-se especialmente na direção da mula. Ela, comovida (fiquei sabendo), dobrou o joelho das duas patas dianteiras e abaixou a cabeça em respeito a hóstia consagrada. A platéia foi ao delírio, e o homem pasmado, caiu em prantos, louvando o senhor nas alturas.
Como não sou moco, melhor assim, ouvi toda a história calado, sem reclamar ou desacreditar. Afinal, o homem desafiou o poder de Deus e o que obteve em troca? Arrependimento, vergonha, uma mula constrangida por seu dono e, com dores nas juntas. O que aprendi? Depois da primeira mula ajoelhada, o resto foi atrás. Hahahá, esse é um post cretino e eu tinha advertido desde o início. Nada de colocar meu nome na boca do sapo.
Quero ver é encontrar o corpo do Ulisses Guimarães, o Sarney abandonar o cargo, o Irã ter liberdade de expressão garantida pela constituição e o Minc parar de achincalhar os latifundiários. No Brasil, fazer mula ficar de joelho é fácil. Não duvido que já tem mula de joelhos por ato secreto. Quero ver é me animar para escrever meu TCC. Agora, reconstituir amputado, saiu da minha lista de milagres impossíveis. O Simão conseguiu. Provas? Assistam “Simão Do Deserto” do Buñuel. O R. R. Soares assistiu. Ficou enciumado, esse milagre ainda não fez, ficou mordido de inveja. Hahahá. Simão 1 x 0 R. R. Soares.
O que nos resta? Esperar segunda-feira e torcer para a vitória do vírus. Minhas férias antecipadas serão altamente “influenziadas” por ele . No mais, estou indo embora.
Ps: O texto foi editado por que eu troquei Antônio por João, algumas vezes, no "causo" da mula. Castigo? Nada, desatenção mesmo. Desculpa o trantorno.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
A verdade, meu amor, mora num poço...
Esse sopro provocativo, veio em uma conversa notívaga, com minha irmã. Não tinha pensado nisso. Agora, fiquei martelando isso em minha mente, com uma tristeza insistente, que antes não existia. Como pude me descuidar. Não subirei ao púlpito, se houver um, para triunfante, comemorar a conclusão das famigeradas 2.852 horas de formação acadêmica filosófica. Pena.
Com dor no coração, sem ser pelo péssimo estilo de vida, caminhemos ao ponto central do problema: com quem irei debater as provas da existência de Deus, se não com meu estimado amigo, Alison? E quando as dúvidas sobre Schopenhauer abaterem, sobre minha debilitada vontade, onde estará Renata? Pior, em que ocasião, senão a dos intervalos e tempos livres na UEL, poderei aprender sobre os deveres de uma postura liberal e, conseqüentemente seus benefícios, sem o provocativo Ralph? A isso, soma-se a união, quase que tribal, entre kantianos e berkleyanos, sempre dispostos a defender os bons raciocínios filosóficos. Puxa, que falta isso irá me fazer... Isso, porque não citei outros grandes amigos, com outras grandiosas concepções de mundo, sempre ensinando-me algo surpreendente.
O que acalenta meu pesar, mesmo nadando contra a corrente do tempo, é a esperança de que não percamos contato. Gostaria mesmo que isso não acontecesse. Ganhei tanto com essas pessoas, e em troca, apenas contei algumas piadas velhas, já carcomidas pelo tempo. Ah esse tempo...
Enquanto escrevia, ouvia:
Discover Noel Rosa E Mário Reis!